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IA para governo: transparência, conformidade e serviço ao cidadão

Órgãos públicos operam sob exigências de compras, auditoria e proteção de dados que nenhuma tecnologia comercial resolve por padrão. Adaptamos soluções de IA a essa realidade.

As particularidades das compras públicas

Diferente do setor privado, a adoção de tecnologia no governo passa por processos de licitação com critérios técnicos rígidos, prazos definidos por lei e exigência de justificativa documentada para cada escolha. Uma solução tecnicamente superior que não se encaixa nesse rito processual simplesmente não é viável.

Nosso trabalho começa entendendo esses ritos: modalidades de contratação aplicáveis, exigências de especificação técnica e os órgãos de controle que irão revisar a decisão posteriormente. Só então avaliamos qual tecnologia atende ao requisito com o menor risco de questionamento.

Auditabilidade como requisito, não como extra

Sistemas de IA usados na administração pública precisam permitir rastreabilidade de decisões, registro de uso e explicação do funcionamento para órgãos de controle e para o cidadão. Tratamos essa exigência como critério de seleção desde a primeira avaliação técnica, não como ajuste posterior.

Frentes de aplicação no setor público

  • Atendimento ao cidadão

    Cenário ilustrativo: assistentes conversacionais e triagem automatizada para reduzir tempo de espera em serviços de alto volume.

  • Integração entre órgãos

    Cenário ilustrativo: análise de dados que apoia o cruzamento de informações entre secretarias, respeitando limites legais de compartilhamento.

  • Fiscalização e monitoramento

    Cenário ilustrativo: visão computacional aplicada à fiscalização de obras, uso do solo ou conformidade ambiental.

  • Gestão documental

    Cenário ilustrativo: processamento de linguagem natural para organizar e localizar processos administrativos extensos.

Soberania de dados e LGPD

Dados de cidadãos tratados por sistemas públicos exigem controles específicos de armazenamento, acesso e retenção, alinhados à LGPD e às políticas internas de segurança da informação de cada órgão. Avaliamos onde os dados são processados, quem tem acesso e como se garante a portabilidade e a exclusão quando exigidas por lei.

  • Localização dos dados

    Verificação de onde a informação é processada e armazenada, com preferência por arquiteturas que mantenham dados sensíveis em território nacional.

  • Controle de acesso

    Definição de perfis de acesso alinhados à hierarquia funcional do órgão e aos princípios de necessidade e finalidade da LGPD.

  • Direitos do titular

    Mecanismos que asseguram ao cidadão o exercício de seus direitos sobre dados pessoais tratados pelo sistema.

Perguntas frequentes

Avalie a tecnologia certa para seu órgão

Conte-nos sobre o processo de compra e as exigências regulatórias do seu órgão para uma avaliação técnica isenta.